Amigos, colegas de profissão e telespectadores lamentaram a morte da repórter da Record Brasília, que estava internada após um acidente doméstico.

A morte da jornalista Érika Leal, aos 47 anos, mobilizou colegas de profissão, amigos e internautas nesta terça-feira (7/7). Logo após a confirmação do falecimento, as redes sociais foram tomadas por mensagens de despedida que destacaram a trajetória da repórter e sua atuação no jornalismo do Distrito Federal.
A Record Brasília, emissora onde Érika trabalhava desde 2019, publicou uma nota de pesar lembrando a dedicação da jornalista às coberturas de política, economia, cultura e entretenimento. A empresa ressaltou o compromisso da repórter com a informação e prestou solidariedade aos familiares e amigos.
Profissionais da imprensa também recorreram às redes para compartilhar lembranças da convivência com Érika. Nas publicações, ela foi descrita como uma colega atenciosa, respeitada nas redações e reconhecida pela postura profissional ao longo da carreira.
Além dos colegas de profissão, telespectadores manifestaram pesar pela morte da jornalista. Muitos destacaram a presença constante de Érika na cobertura dos principais acontecimentos de Brasília e deixaram mensagens de apoio à família.
Érika Leal morreu após permanecer cerca de dois meses internada em coma em decorrência de um acidente doméstico. Antes de integrar a equipe da Record Brasília, a jornalista passou por veículos como Band, CBN, Jornal de Brasília e Tribuna do Brasil. Formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), ela também tinha mestrado em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra.

